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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Novo Iveco Tector – Economia, conforto e versatilidade no segmento de semipesados


À convite da Iveco, participei do lançamento do Novo Iveco Tector em Salvador-BA. Pude conhecer o caminhão e ver a versatilidade da linha, que atende completamente o segmento de semipesados. São 41 versões, com muitos itens de série e uma ampla linha de opcionais que tornam o caminhão um dos mais completos da Iveco.
Também foram apresentados os novos Tector Attack, modelo de entrada dessa linha, mais simples, mas com o mesmo padrão de conforto, voltado a aplicações urbanas, como lixo e bebidas, com muitas combinações de entre-eixos e cabines, para atender um nicho de mercado que não pára de crescer.
A linha OFF-ROAD, conta com uma série de opcionais para facilitar e oferecer mais conforto para o motorista fora-de-estrada. E o top de linha, modelo Stradale, que tive o prazer de dirigir, e é o caminhão semipesado mais confortável do mercado. Todos esses caminhões possuem o sistema SCR para atender a legislação Proconve P7, e as caixas de câmbio que contribuem muito para a economia de combustível e facilidade de operação em qualquer situação.
Esse grande lançamento vem atender o segmento que mais cresce no mercado de caminhões, com cerca de 35% de participação nas vendas de caminhões no Brasil. Os novos motores FTP NEF 6, além de potentes, com 218 e 280cv e tecnologia SCR, possuem uma faixa muito ampla de torque, entre 1200 e 2100 rpm, com ótimos 680 NM.
Com todos esses atributos, o Novo Iveco Tector vem se destacar no mercado cada vez mais competitivo de caminhões no Brasil.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Diesel subsidiado no Brasil emperra a cabotagem


Custo de frete menor do que o caminhão, integridade da carga e redução das emissões de gás carbônico. São com esses benefícios que as empresas de transporte marítimo tentam atrair clientes para os navios que trafegam nas águas brasileiras.
Hoje, cerca de 15% das cargas transportadas no país usam a navegação costeira. Já o modal rodoviário representa mais de 60% da matriz de transporte do Brasil.
Para o diretor executivo da Hamburg Süd, Julian Thomas, a cabotagem tem muito o que crescer no país, mas esbarra na falta de infraestrutura dos portos brasileiros e nos custos de operação, hoje muito mais altos que o do caminhão.
“O que mais pesa no custo operacional é realmente o combustível, cerca de 60%. Para navegação o preço de referência é cotado em Roterdã e uma tonelada de bunker (conteiners), chega a US$ 690, o maior da história”, explica o executivo.
Em 2009, recorda ele, no auge da crise econômica mundial, o combustível era cotado a US$ 450 a tonelada.
Em desvantagem
No caminho inverso, o caminhão tem o diesel que é subsidiado pelo governo federal. Hoje, o preço do combustível é de cerca de R$ 2 o litro.
“A cabotagem tem um potencial enorme para crescimento no país. Mas, temos que nos desdobrar para trazer para os navios cargas que são transportadas pelo caminhão. Somos economicamente mais viáveis em grandes distâncias, emitimos menos poluentes e somos mais seguros”.
Em distâncias acima de 1,5 mil quilômetros entre a origem e o destino, a navegação costeira é até 15% mais barata que o transporte rodoviário. “Há cargas que já migraram para a navegação, como o arroz. Hoje, 100% do arroz é transportado por navio”, disse Thomas.
Mercado disputado
Com o aumento do interesse pela cabotagem, a concorrência entre as empresas que realizam esse serviço no Brasil está mais acirrada.
A Aliança Navegação e Logística é quem lidera o setor, seguido pela Log-In Intermodal. A Aliança, que é a subsidiária brasileira do armador alemão, Hamburg Süd, tem dois serviços de cabotagem, cada um com quatro navios. Já a Log-In nasceu para a navegação costeira.
“O serviço para Manaus geralmente é o que tem menos capacidade ociosa. Cerca de 40% das cargas que chegam nas empresas da região são transportadas por navios. Mas, a volta tem muito o que crescer ainda”, disse o executivo. A empresa tem oito navios em operação.
Mas, mesmo com o cenário adverso, Thomas acredita que o frete no serviço deve apresentar uma recuperação este ano.
Segundo ele, as medidas macroprudenciais adotadas pelo governo federal para estimular a economia serão sentidas no segundo semestre deste ano. E com a indústria em pleno vapor o transporte por navios pode ser mais demandado.
“O primeiro trimestre a economia brasileira estava estagnada, isso fez os volumes transportados ficarem iguais ao do ano passado. Mas, já percebemos que o setor industrial está se recuperando comprando mais matéria prima.” Ele acredita que o a cabotagem no país vai crescer cerca de 8% este ano em relação a 2011.

Funcionários da Volvo entram em greve por tempo indeterminado


Os trabalhadores da Volvo Caminhões decidiram em assembleia na manhã desta terça-feira (15) entrar em greve por tempo indeterminado. O motivo principal é o impasse entre a proposta oferecida pela empresa para o pagamento de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e a reivindicação dos metalúrgicos.
A Volvo oferece PLR de R$ 15 mil, o mesmo pago no ano passado, e um abono salarial de R$ 6 mil, além de aumento real de 2,51%. Os trabalhadores querem PLR de R$ 18 mil, aumento real de 3% e a incorporação do abono no vale-mercado, que passaria dos atuais R$ 220 para cerca de R$ 800 mensais, totalizando cerca de R$ 10 mil em 12 meses.
Ao todo, cerca de 3,5 mil funcionários devem cruzar os braços. Participaram da assembleia, organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba em frente à fábrica na Cidade Industrial de Curitiba, cerca de 1,8 mil pessoas.
O Sindicato havia dado o prazo até ontem para que a empresa melhorasse a proposta, o que não aconteceu. A fábrica está com o pátio lotado de ônibus e caminhões, o que deve prolongar ainda mais as negociações.
No ano passado, os metalúrgicos da Volvo conquistaram a maior participação nos lucros já registrada na iniciativa privada brasileira, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-econômicos (Dieese). Na época, houve paralisação de três dias do chão de fábrica até que a proposta fosse aceita pela montadora.
Um dos motivos que teriam levado os funcionários a cobrarem reajustes nos benefícios seria o desempenho apresentado pela montadora em 2011, com o fornecimento de 115.345 unidades de caminhões no mundo inteiro, segundo o site do SMC, a revista da empresa sueca, chamada de Volvo Trucks Globetrotter. Isso significa um incremento de 53% comparado ao ano anterior.
A Volvo, por sua vez, informa que a proposta que repete os valores de 2011 é excelente, pois significa para quem ganha menos na empresa quase nove salários a mais além dos 14 vencimentos pagos ao empregado durante o ano – considerando que a meta estabelecida para PLR seja atingida integralmente. A montadora avisa que continua em negociação com o sindicato para chegar a um acordo.

16 2012 Mercedes lança novo Sprinter na Argentina


Após muitos testes e diversos atrasos, a nova geração do Mercedes-Benz Sprinter enfim estreia no Mercosul. Primeiramente, o modelo chega às lojas da Argentina, onde é fabricado. Até o fim do ano, começa a ser vendida também no Brasil, um dos mais de 50 países a receber o comercial leve feito na terra do tango.
Com plataforma nova, o Sprinter de geração NCV3 tem estilo bem mais arrojado. Os vincos acentuados na carroceria e os grandes farois e lanternas revelam um projeto mais recente. Na Europa, o modelo compartilha componentes com o Volkswagen Crafter, o que ainda não se sabe se acontecerá no Brasil.
Um dos pontos mais positivos do modelo é a oferta de equipamentos de segurança. Todas os acabamentos contarão com freios antitravamento (ABS), airbag para o motorista e controle de estabilidade (ESP) adaptativo, que modifica o modo de atuação dependendo da quantidade de carga. Segundo a Mercedes, o utilitário passa a ser o único modelo feito na América do Sul com ESP de série.
Ao todo, o mercado argentino contará com pelo menos 15 versões do Sprinter. As versões de carga terão capacidade entre 1.880 e 2.500 kg, com volume oscilando entre 7,5 e 14 m³ (metros cúbicos). Já as carrocerias de passageiros terão espaço para 16 a 20 pessoas, com o motorista incluído. A opção chassis-cabine leva até 5 toneladas.
Sob o capô, o Sprinter 2013 utilizará o 2.1 (2.143 cm³) de quatro cilindros e 16 válvulas, equipado com turbo, intercooler e injeção common-rail. A potência subiu de 129 para 150 cv, com torque de 33,7 kgfm (1.200 rpm). A opção de 89 cv, antes oferecida na Argentina, sai de cena, assim como a de 109 aqui vendida. A transmissão tem seis marchas, com tração traseira.
Os preços na Argentina começam em US$ 40.797 (R$ 82 mil)

terça-feira, 15 de maio de 2012

Alfândega brasileira detém 200 caminhões na fronteira com Uruguai


Cerca de 200 caminhões estão detidos na fronteira entre o Uruguai e o Brasil por causa do endurecimento do controle realizado pelas autoridades brasileiras na luta contra o contrabando, informaram fontes oficiais e empresariais neste sábado.
Por causa desta situação, o diretor de Alfândegas do Uruguai, Enrique Canon, se comunicou com o responsável da Receita Federal do Brasil para solicitar que acelere os trâmites, afirmou a Direção de Alfândegas em comunicado.
Os caminhões afetados estão detidos na fronteira das cidades uruguaias de Rivera, Artigas, Chuy e Rio Branco com as brasileiras Livramento, Quaraí, Chuí e Jaguarão, respectivamente.
Normalmente, 20% dos caminhões que transportam carga entre Uruguai e Brasil são inspecionados a fundo pelas autoridades alfandegárias brasileiras, mas há poucos dias o número cresceu para 80%.
Fontes da Câmara de Autotransporte Terrestre Internacional do Uruguai afirmaram que alguns caminhões demoram até cinco dias para atravessar a fronteira enquanto os trâmites requeridos são realizados.
As maiores demoras são para veículos que transportam eletrodomésticos, porque são revisadas com detalhes as guias para determinar se correspondem perfeitamente com a carga, e de produtos químicos porque são tiradas mostras e enviadas a laboratórios antes de permitir sua entrada.
Uruguai e Brasil, junto com Argentina e Paraguai, integram o Mercado Comum do Sul (Mercosul), que tem por objetivo a livre circulação de pessoas e mercadorias.

Freightliner Revolution Innovation Concept Truck


Assim como deve ser um veículo conceito, o caminhão da Freightliner, Innovation Truck, é um estudo bastante sério do futuro. Tanto, que a montadora estadunidense o chama de revolucionário. Seu design instigante salta aos olhos e desperta a curiosidade dos amantes de caminhões a conhecê-lo internamente. Sua cabine futurista também recebe layout inovador e recebe grande atenção para o conforto, bem como para as altas tecnologias embarcadas.
Com este caminhão, a Freightliner buscou desenvolver um caminhão sob a ótica do motorista profissional, que precisa da eficiência de combustível, boa aerodinâmica, conforto, segurança e, principalmente, tecnologias funcionais. Por isso que a montadora considera este caminhão conceito revolucionário.
O Innovation Truck recebe várias câmeras instaladas, que transmitem os sinais da estrada nos monitores instalados na cabine, proporcionando uma visão em grande-angular do ambiente externo. Seu para-brisa assimétrico, que envolvente o lado do passageiro, contribui para reduzir o arrasto.
Observe que para favorecer a aerodinâmica deste conceito, o caminhão não possui maçaneta e nenhum outro item que desfavoreça seu embate contra o vento. O veículo inclui um chaveiro keyless, que permite o acesso do motorista ao caminhão, bem como acesso ao bagageiro ao lado do passageiro e da porta traseira corrediça. Esse sistema permite ao motorista usar o chaveiro para abrir a porta do bagageiro e carrega-lo com seus pertences e equipamento ao nível do solo.
Propulsão Detroit Diesel BlueTec
O Freightliner Innovation Truck é equipado com motor DD13 BlueTec, da Detroit Diesel (empresa de motores e componentes da Daimler para o mercado norte-americano, assim como a montadora Freightliner). O propulsor permite um intervalo “absurdo” de impressionantes 50.000 milhas entre os serviços de manutenção.
O caminhão também é equipado com a transmissão automatizada DTD 2100, construída em alumínio, também da Detroit Diesel.
Conforto para quem vive na estrada
Por muito tempo, os motoristas autônomos e frotistas tiveram que escolher entre os tipos de cabine, privilegiando uma porca economia em detrimento do conforto em muitos casos. Porém, o futuro requer flexibilidade. Por isso mesmo, a Freightliner chama sua cabine de “crossover”, podendo ser usada diurnamente como um eficiente escritório e à noite, ou durante as famosas esperas para quaisquer tipos de processos, como um ambiente para seu descanso.
“Nós fornecemos tudo o que o motorista precisa para fazer bem o seu trabalho: instrumentação clara, ergonomia confortável e flexibilidade com o beliche conversível”, afirma Andy Olson, engenheiro Sênior da montadora.
Durante a condução do caminhão, o tecnológico painel mantém a atenção do condutor no que realmente interessa: a estrada. Uma tela de LCD fornece as principais informações, inclusive se o engate do reboque à quinta roda foi feita corretamente. O velocímetro é circundado por iluminação em LED. Outra tela LCD exibe a transmissão da estrada, que inclui uma câmera de marcha-a-ré.
Tecnologia TruckOS
Possivelmente, a tecnologia mais interessante do Freightliner Innovation Truck é o sistema TruckOS (Truck Operating System). Um tablete é conectado ao caminhão via Wi-Fi, que combina a tecnologia de bordo com a portabilidade e conectividade à Internet.
“O TruckOS poderia criar uma plataforma totalmente nova para a integração eletrônica, as possibilidades são infinitas”, revela Justin Yee, gerente de Veículos Conceitos da Freightliner.

Jornal Nacional destaca situação do transporte rodoviário de passageiros no Brasil


Um dos telejornais de maior prestígio no Brasil deu destaque para a atual situação do transporte rodoviário de passageiros no nosso país. O “Jornal Nacional”, da TV Globo, mostrou durante toda a semana como se encontra esse sistema que, em alguns Estados, se encontra a beira de um colapso. É a série “JN nas estradas”.
A equipe da TV Globo, formada pelo repórter Rodrigo Alvarez e pelos cinegrafistas Wilson Araújo e Moisés Lima, percorreu cerca de 6 mil quilômetros viajando pelo país mostrando as dificuldades de quem usa o ônibus para percorrer grandes distâncias.
Na primeira reportagem, veiculada na segunda-feira (07), a equipe mostrou a situação das instalações de terminais rodoviários pelo Brasil. A reportagem mostrou discrepâncias entre vários terminais, como o de Peritoró, no Maranhão, que é rodeada de lixo e sujeira, e o de Itajaí (SC), que, apesar de ser bem estruturada, possui tarifas caras (Um banho custa quase R$ 10).