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sábado, 12 de maio de 2012

Ônibus: Mercedes-Benz e Volvo continuam expansão


A Mercedes-Benz e a Volvo garantiram ganhos expressivos no segmento de ônibus no primeiro quadrimestre deste ano, apesar do cenário de retração do mercado. As vendas totais ficaram 1% menores no período em relação ao resultado registrado há um ano.
O impacto do Proconve P7 no segmento é menos imediato do que no de caminhões. Grande parte dos chassis emplacados no início deste ano foi vendida no fim de 2011. Outro fator que diferencia o setor de ônibus é que a venda de chassis urbanos, parte importante da demanda, é motivada por decisões políticas, não apenas econômicas.
A Mercedes-Benz acelerou os negócios entre janeiro e abril. Depois de encerrar 2011 com queda de participação no mercado, a companhia abocanhou quase 7 pontos porcentuais de market share e sustentou a liderança com 50,1% das vendas. Foram emplacados 5,3 mil veículos da marca alemã, com alta 14,8%.
O desempenho está em linha com o plano de Gilson Mansur, diretor de vendas e marketing de ônibus da empresa para o Brasil. Durante apresentação do chassi off road (leia aqui), ele afirmou que garantir uma fatia de mercado superior a 50% é uma “obrigação”. O executivo apontou que, no ano passado, a Mercedes-Benz teve dificuldade para atender a demanda e perdeu vendas.
O início da produção de caminhões em Juiz de Fora (MG) liberou espaço na planta de São Bernardo do Campo (SP), que elevou a capacidade produtiva de ônibus. Dessa forma, a empresa garante ter condições para atender tranquilamente os pedidos deste ano. Na visão de Mansur as encomendas devem ter retração de 10% a 20% na comparação com 2011, para um volume máximo de 31,2 mil veículos.
Já a MAN, segunda colocada no ranking, perdeu fatia de 6,5 pp nos emplacamentos e respondeu por 27,7% dos vendas. Com isso, a montadora abriu mão do avanço conquistado no ano passado, quando deteve 32,1% Do mercado. Entre janeiro e abril foram licenciadas 2,9 mil unidades, com decréscimo de 19,8% sobre o mesmo período do ano anterior.
A Agrale sustentou a terceira posição nas vendas de ônibus do País, mas também teve perda significativa, de 2 pp. A fabricante brasileira entregou 1,1 mil veículos no período, com queda de 16,5%.
Depois de ganhar quase 2 pontos de participação em 2011, a Volvo acelerou ainda mais nos primeiros meses do ano e abocanhou 4,3 pp de market share, para 5,6%. Com 604 unidades comercializadas, a empresa elevou as vendas em 313,7% e subiu da sexta para quarta posição no ranking. A alta foi puxada pelo chassi com motor frontal B270F.
A empresa tem planos ambiciosos para continuar a subida Brasil ao longo do ano. Uma das principais ações será o início das vendas do chassi híbrido diesel-elétrico, que começa a ser produzido no próximo mês. A companhia renovou toda a linha de ônibus para o início do Proconve P7. “A nova legislação vai zerar o jogo. Mudanças significativas podem acontecer a partir de agora”, afirmou Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus para a América Latina, durante a apresentação dos modelos para a imprensa. A intenção dele é aproveitar a mudança para ganhar espaço.
A Iveco, que ficou na quinta colocação, teve pequena variação de markt share, com perda de 0,4 pp para 4,4%. Foram emplacados 475 ônibus da marca, volume 9,7% inferior ao registrado há um ano. A Scania desceu um degrau no ranking e fechou o quadrimestre na sexta posição. Apesar disso, houve ganho de 1,1 ponto de participação. As vendas da marca saltaram 39,5% e chegaram a 402 unidades.
Surpreendentemente a International aparece como última colocada no segmento, com 27 unidades licenciadas. A companhia já vende caminhões no País, mas ainda não confirmou negócios locais no segmento de ônibus, apesar de admitir o interesse em entrar nesse mercado.

Inglaterra aposta em ônibus híbridos Volvo


Várias empresas de transporte rodoviário urbanos de passageiros da Inglaterra encomendaram 184 ônibus híbridos à Volvo Bus UK, incluindo 77 veículos de dois andares para a Arriva.
As encomendas foram efetuadas pelo programa Green Bus Fund, apoiado pelo Governo britânico. Dos 184 veículos híbridos comprados, 145 tem chassis Volvo B5LH, de dois andares, que receberão carroceria Wrightbus Gemini 2. Além da Arriva, outras empresas também apostam em ônibus híbridos da Volvo: a Go Ahead encomendou 45; a National Express 9, a Rotala 8 e a Ensign Bus 6.
A compra da Arriva veio complementar as 46 unidades híbridas que já se encontram em operação, o que irá fazer aumentar a frota híbrida para 123 Volvo B5HL. Por sua vez, a Go Ahead irá reforçar a sua frota híbrida de 15 ônibus de dois andares para 60 unidades. Quanto à National Express, ao receber mais nove unidades irá duplicar a frota de híbridos Volvo.
Além de veículos híbridos de dois andares, as empresas inglesas também estão investindo em ônibus completos standard, também no programa Green Bus Fund. A First Group encomendou 29 unidades do modelo Volvo 7900 que se destinam a serem colocados ao serviço em diversas localidades. A Lothian comprou dez unidades completas para Edimburgo.
A tecnologia híbrida permite reduzir o consumo de combustível em aproximadamente 30 a 40% em comparação com ônibus diesel em operação nas mesmas linhas, disse a Volvo, em comunicado. A melhoria da qualidade do ar inclui um diminuição de 45% nas emissões de NOx, permitindo uma redução anual de 40 toneladas de dióxido de carbono por ônibus.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Fibra ‘antialérgica‘ promete eliminar odor, mofo e proliferação de insetos em ônibus


O número de reclamações de usuários insatisfeitos com a higienização dos ônibus de viagem tem aumentado nos últimos anos. Mofo, odores e proliferação de insetos estão entre as principais queixas dos passageiros. Grande parte do problema se deve ao uso da tradicional fibra de vidro no forro e nas laterais dos ônibus, que serve para o isolamento térmico e acústico da cabine.
Com o tempo a fibra de vidro acumula umidade e cede espaços nos vãos da carroceria, um ambiente perfeito para a proliferação de fungos e bactérias.Pensando em resolver o problema, a Union Fibras, de Caxias do Sul, desenvolveu um material à base de polipropileno para o isolamento térmico e acústico de ônibus e caminhões que também é antifúngico e antibacteriano. Isto se dá porque a fibra composta é hidrofóbica, ou seja, não acumula água. “Se não existir o acúmulo de umidade, não existe ambiente para a proliferação de fungos e bactérias”, explica Cláudio Chaves, diretor da Union Fibras.A fibra “antialérgica”, como foi apelidada na empresa, já começou a ser testada em encarroçadoras brasileiras. Os primeiros resultados mostram que, além de mais higiênica, a fibra de polipropileno tem melhores resultados no isolamento de ruídos e no isolamento térmico.
“No assento do motorista, por exemplo, conseguimos reduzir o calor de 48 graus para 28 graus centígrados, o que mostra a eficiência da fibra”, conclui Cláudio. Sobre a Union Fibras Fundada em outubro deste ano, a Union Fibras, de Caxias do Sul (RS), começou a produzir tecnologias antes só fabricadas no exterior. A empresa atende demandas nos setores aeroespacial, automobilístico, naval, petrolífero, ambiental, de vestuário, de calçados e construção civil. Em parceria com a NHT Engenharia, de São Paulo, que testa seus produtos voltados para o setor automobilístico, a Union Fibras oferece um atendimento personalizado no desenvolvimento de projetos.

Siemens quer caminhões elétricos nas estradas


A Siemens anunciou nesta terça-feira (08/05) o conceito “eHighway of the Future”, no 26º Simpósio Anual de Veículos Elétricos, em Los Angeles.
Este novo conceito consiste na eletrificação de caminhões, bem como de algumas estradas selecionadas, de forma a permitir a circulação destes veículos pesados, da mesma forma que circulam, em muitas cidades, os ônibus elétricos.
A empresa alemã de engenharia pretende assim desenvolver uma solução sustentável e eficiente para a circulação de veículos pesados, que permita a redução das emissões de CO2 e da utilização de combustíveis fósseis, a diminuição da carga poluente nas áreas residenciais e agrícolas, e principalmente, uma integração simples nas estradas e infraestruturas já existentes.
“Quando a maioria das pessoas pensa em emissões de veículos, assume que são os carros quem faz a maior parte dos danos mas, na verdade, são os caminhões comerciais os principais culpados”, afirmou Daryl Dulaney, CEO da Siemens Infraestruturas e Cidades, nos Estados Unidos.
“O transporte de carga nas estradas dos Estados unidos deve duplicar até 2050, enquanto os recursos globais de petróleo continuarão a esgotar”.
A Siemens desenvolveu a tecnologia de suporte para tornar este conceito numa realidade, incluindo infraestruturas, software, hardware e drives, e o projeto já está sendo testado na Alemanha.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Seleção de judô recebe ônibus da Scania


A Scania acaba de entregar à Confederação Brasileira de Judô (CBJ) seu mais moderno ônibus rodoviário para o transporte da equipe olímpica por todas as competições e treinamentos durante este ano. Além disso, a Scania continuará como uma das patrocinadoras master da equipe, que vai disputar a Olimpíada de Londres, em julho. A entrega do quarto ônibus para a entidade marca a renovação da parceria Scania-CBJ, iniciada nos Jogos Pan-Americanos do Rio em 2007 e válida até a Olimpíada de 2016.
“É um orgulho para a Scania mais uma vez ser a fornecedora do ônibus oficial da equipe brasileira de judô, que tantas emoções já proporcionou ao povo brasileiro”, afirma Wilson Pereira, gerente executivo de Vendas de Ônibus da Scania Brasil. “Saber que os atletas serão transportados pelo ônibus topo de linha da marca, e o mais confortável do mercado, garante a eles toda a concentração e comodidade para brilhar nas competições que disputarão”.
O modelo escolhido pela Scania, o K 400 8×2, está equipado com todos os opcionais da marca. “É a primeira vez que entregamos o ônibus com a tração 8×2, o mais moderno chassi da Scania na categoria de turismo rodoviário”, completa Pereira.
A carroceria Marcopolo do tipo Double Decker (DD), o famoso ônibus de dois andares, possui na parte de baixo completa área de convivência para a comissão técnica. Foi desenvolvida uma exclusiva sala de reuniões equipada com as mais modernas tecnologias, como TV de LED, DVD player e aparelho de blu-ray. Também há na sala um moderno frigobar. Na parte superior, os atletas seguem viagem na mais moderna e confortável poltrona do mercado, de conceito executivo.
O motor do K 400 8×2 atende à lei de emissões Proconve P7 ou Euro 5. A nova tecnologia, que entrou em vigor em janeiro deste ano, emite 80% menos material particulado e 60% menos óxido de nitrogênio. O propulsor fornece potência de 400cv e torque de 2.100Nm, com eficiente desempenho em baixas rotações, o que gera maior economia de combustível e mais comodidade para os passageiros durante o trajeto, mesmo em topografias acidentadas. Outros componentes que contribuem para o conforto dos passageiros são as suspensões dianteira e traseira no sistema pneumático e o controle de sistema de freios (EBS).
Para a segurança dos passageiros, o modelo possui freios ABS, proteção contra tombamento, válvula de segurança de freio de estacionamento e o sistema hidráulico de freio auxiliar Retarder, em sua segunda geração, que está ainda mais eficiente em baixas velocidades.

Uma mão amiga ao caminhoneiro


Eles ficam às margens das rodovias, à espera de caminhões, mas não querem carona. Os “chapas”, como são chamados, trabalham como orientadores de caminhoneiros que vêm de outros estados para fazer entregas e precisam de indicações para chegar ao destino.
“Acordo às 3h30 da manhã, chego aqui às 5h05 e a gente fica aguardando os caminhoneiros que se propõem a nos pegar aqui para trabalho“, afirmou Wilson “Chapa”, que atua na Rodovia Washington Luís (BR-040).
O caminhoneiro Everton da Silva, que vinha de Muriaé, em Minas Gerais, para fazer uma entrega em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, afirmou que é também um risco para os motoristas, mas aceita o serviço assim mesmo. “Dá medo, porque a gente vai mexer com pessoas que a gente não conhece. Então tem que ter fé”, afirmou o caminhoneiro.
O risco para os “chapas” que trabalham atravessando correndo a rodovia é grande, mas eles continuam indo todos os dias para as estradas em busca de trabalho. “A gente precisa disso aqui porque não temos trabalho de carteira assinada”, contou um “chapa”, que já viu um companheiro de trabalho ser atropelado e quebrar as duas pernas.
Depois que surgiram os aparelhos de GPS, que indicam por satélite o caminho para os motoristas, o trabalho para os “chapas” ficou mais difícil, mas eles afirmam que ainda são procurados e são mais confiáveis. “A modernidade só atrasou porque o GPS não leva os motoristas aonde querem ir. Às vezes o cara acha que está perto do endereço e não está, então, quer dar o preço ao nosso trabalho. E fala ‘Ah, então eu vou pelo GPS’. Aí acaba caindo dentro de uma favela”, afirmou um dos “chapas”.

Teste Mercedes-Benz Axor 2644 – Alinhado com a tecnologia


Apesar de todo o ti-ti-ti e movimentação em torno da chegada dos caminhões com tecnologia equivalentes ao Euro 5, para atender as novas normas de emissões brasileiras, em vigor desde o primeiro dia de janeiro deste ano, os veículos desta nova fase do Programa Nacional de Controle Nacional de Veículos (Proconve) nada tem de complicado. Caminhão Euro 5 é muito mais do que um veículo menos poluente, mais seguro, confortável e fácil de ser dirigido, graças ao pacote tecnológico nele inserido. Um exemplo dos bons frutos advindos da tecnologia pode ser observado no Mercedes-Benz Axor 2644, um estradeiro com todos os requintes de um produto alinhado com os veículos de carga mais modernos do Brasil e de outros mercados mundiais.
Pacote tecnológico incorporado ao modelo 2012 valoriza mais o conforto do motorista, a segurança e a produtividade do caminhão
Na versão Euro 5, o motor OM 457 de 11.967cm³, com seis cilindros em linha, ganhou 2,5% na potência, chegando a 439cv a 1.900rpm, e 2% no torque, com o máximo de 219,2 mkgf a 1.100 rpm. Para completar o trem de força, o modelo traz de série a caixa de câmbio automatizada de 16 marchas, a PowerShift, uma unidade já utilizada pelos modelos Actros equipados com motor a partir de 330cv , sem pedal de embreagem e sem anéis sincronizadores.
Trata-se de uma transmissão diferente da ConfortShif – unidade semi-automatizada e com pedal de embreagem, a qual exigia do motorista a seleção de marcha e um pouco mais de habilidade – usada no Axor Euro 3, produzido até 31 de dezembro de 2011, conforme permitiu a legislação brasileira do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). Aliás, esta caixa continua a ser utilizada pelos modelos Axor fora-de-estrada.
Transmissão automatizada sem pedal de embreagem e volante com empunhadura adequada facilitam as manobras com o conjunto
Outro diferencial do Axor 2012 é o novo entreeixos de 3.600mm de série disponível nas versões com terceiro eixo, traçada ou não, embora exista a opção para 3.300mm. Com maior distância entre os eixos muda-se também a frequência do 3º eixo quando o veículo passa por buracos e irregularidades da pista aumentando o conforto dos ocupantes. Essa medida permite ainda a instalação de tanques de combustível maiores. De acordo com a engenharia da Mercedes-Benz, no caso do Axor pode se ter capacidade de até 820 litros, com duas unidades, uma de 230 e outra de 590 litros.
Carona também viaja com mais conforto com banco de regulagem de altura
Ao rodar com o Axor 2644, atrelado a um bitrem lastreado no peso de balança, a PowerShift apresenta sem cerimônia sua avançada tecnologia e seu poder de facilitar a dirigibilidade de uma composição com 57 toneladas de PBTC. Seu sistema eletrônico incorpora sensor de câmbio que mede a inclinação do terreno e seleciona a marcha para o veículo entrar em movimento.
As trocas de marcha são realizadas automaticamente no momento mais adequado e mantém o veículo trafegando sempre na melhor marcha, além de tornar fácil também todas as demais operações, como arrancar, parar e outros tipos de manobras. A tecnologia tem o poder de eliminar em grande parte as possíveis diferenças entre motoristas, elevando o nível de condução. O resultado é o melhor custo operacional, meta buscada por todo transportador.
Cortina e cama do Axor 2012 ganharam novo tecido e os bancos foram redesenhados para harmonizar com a nova cor interna da cabine
Um detalhe importante é a fácil visualização no painel de instrumentos da marcha engrenada e também a possibilidade do motorista intervir a qualquer momento na operação, e assumir o comando das trocas de marchas através de uma alavanca muito próxima a um joystick de videogame. Porém, no modo manual pode haver um maior consumo de combustível. Se ocorrer esta situação o motorista é alertado por uma luz verde no painel de instrumentos.
Apesar de toda a facilidade, existe um sistema de segurança para evitar condução de forma indevida. Informações no painel de instrumentos auxiliam o motorista durante a viagem, com funções que o ajudam a dirigir de maneira mais econômica, como a indicação do consumo instantâneo de combustível (em quilômetros/litro) e a faixa verde (econômetro) que indica a melhor rotação do motor para economizar diesel.
O segundo ponto de melhoria no caminhão está relacionado diretamente ao conforto do motorista e ocupantes. Atualmente, este item tem sido muito valorizado pelos frotistas, porque num melhor ambiente de trabalho o motorista cansa menos, fica menos estressado e se torna um profissional mais produtivo. Assim como o custo operacional, o conforto é outro item de grande importância e juntos são atualmente os dois principais focos dos fabricantes de caminhão. E como confirma o analista de marketing da linha Axor, Eder Oliveira, hoje o empresário e todo profissional do segmento de transporte estão de olho nestes aspectos.
Por conta disso, a Mercedes-Benz promoveu a substituição de todos os revestimentos internos da linha Axor, deixando o ambiente mais claro. O volante de quatro raios ganhou uma melhor empunhadura e houve um retrabalho geral na parte de revestimento para reduzir os níveis de ruídos internos na cabine. Os bancos foram redesenhados, a cortina e cama ganharam novo tecido e até o tapete de borracha foi trocado. O banco do carona também tem controle de regulagem de altura, como o do motorista, e o teto solar (item de série) tem controle elétrico para abrir e levantar.
Detalhe igualmente importante para o conforto é o trio elétrico, aparelho de ar condicionado, fechamento das portas com controle remoto, freio-motor Top Brake e freios a disco ou a tambor, de série. Completam o pacote freio ABS e computador de bordo, com planejamento da manutenção, controle do consumo de combustível e diagnóstico de falhas, além de preparação para instalação de rádio e alto-falantes.
Do lado de fora, a cabine ganhou nova identidade visual, idêntica à de toda a família de caminhões da marca. Isso inclui a grade frontal, com a estrela de três pontas posicionada bem ao centro das lâminas, estas mais largas. Para-choque, portas, parassol (na opção de cabine com teto baixo) e retrovisores angulares fazem parte do pacote visual no novo Axor e transmitem um ar de modernidade e leveza, sem perder a imponência de um caminhão extrapesado.