1. Pressão incorreta: rodar com o pneu abaixo da pressão indicada aumenta a área de contato com o piso, gerando um desgaste mais acelerado nas extremidades do pneu, torna a direção do veículo mais pesada e pode gerar uma eventual desagregação da rodagem (parte que toca o solo) devido ao excesso de calor gerado. Além disso, exige mais esforço do motor, fazendo com que o veículo consuma mais combustível e polua mais. Por outro lado, o excesso de pressão pode causar desgaste mais acentuado no centro da rodagem, perda de estabilidade em curvas, rachaduras na base dos sulcos, maior propensão a estouros por impacto e maior facilidade de penetração de objetos. A pressão correta é a indicada pela fabricante do veículo e tem grande influência no comportamento dinâmico deste.
Outro ponto importante é não se esquecer de checar as condições do estepe sempre o mantendo pronto para o uso. Uma dica é colocar até cinco libras a mais do que o normal, já que o pneu reserva nem sempre é calibrado com a mesma frequência dos pneus em uso.
2. Desgaste excessivo:
3. Riscar o pneu:
4. Consertos inadequados: na maioria das vezes, ao consertar um pneu furado, os borracheiros utilizam o chamado "macarrão", que é um filete de borracha introduzido por meio de uma agulha na perfuração que se quer eliminar, dispensando a desmontagem da roda. Mas esse recurso deve ser utilizado provisoriamente e substituído pelo manchão ou plug assim que possível, pois, por tempo prolongado, o macarrão pode permitir o vazamento da pressão do pneu.
5. Não fazer a manutenção da suspensão: de nada adianta colocar pneus novinhos, se a suspensão e outras partes do veículo não estiverem em bom estado. Uma suspensão mal calibrada e com peças desgastadas provoca o desalinhamento de direção, deixando o veículo instável e inseguro. Um dos sinais de que o alinhamento do veiculo não está correto e que partes da suspensão podem estar gastas ou danificadas é o desgaste irregular ou prematuro dos pneus.
6. Não efetuar o rodízio: o rodízio de pneus tem por função equalizar o desgaste e garantir uma vida longa e uniforme a eles. Esse procedimento deve ser realizado segundo a recomendação que consta no manual do veículo ou a cada 8 000 quilômetros para pneus radiais e 5 000 quilômetros para pneus diagonais.
7. Não alinhar e balancear as rodas: desvios mecânicos provocam desgastes prematuros de pneus e desalinhamento de direção, deixando o veículo instável e inseguro. Deve-se alinhar o veículo quando sofrer impactos na suspensão, na troca de pneus ou quando apresentarem desgastes irregulares, quando forem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver puxando para um lado, ou a cada 10 000 quilômetros.
O desbalanceamento das rodas, além de desconforto ao dirigir, causa perda de tração, de estabilidade, desgastes acentuados em componentes mecânicos e no próprio pneu. Deve-se balancear as rodas, sempre que surgirem vibrações, na troca ou conserto do pneu ou a cada 10 000 quilômetros.
Nenhum comentário:
Postar um comentário