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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

micro onibus da mercedes benz






Mercedes-Benz é destinado ao segmento de micro-ônibus, que visa atender ao transporte público de passageiros nos centros urbanos ou em locais onde há a necessidade de um veículo robusto e de fácil manutenção. Trata-se de um chassi versátil que pode ser aplicado no transporte urbano, escolar, fretamento e rodoviário.
Com opções de entre-eixos de 4,5 e 4,8 metros, o LO-916 pode receber carroçarias de até 8 metros de comprimento, com 1 ou 2 portas e largura entre 2,2 e 2,35 metros. No transporte urbano de passageiros, leva até 31 pessoas sentadas, no modelo equipado com uma porta, ou 27 pessoas sentadas na versão com duas portas. No transporte rodoviário permite a configuração de 31 lugares e no escolar, 35 lugares, além do motorista.
Os chassis Mercedes-Benz, conhecidos pelo seu elevado padrão de qualidade e pelo baixo custo operacional e de manutenção, receberam a exclusiva tecnologia BlueTec, que reforça as características de durabilidade do motor, economia e desempenho, ou seja, tudo o que o seu negócio precisa para O chassi LO-916

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Scania aposta nos semipesados com o P310; testamos o modelo 8×2



Um dos nomes mais tradicionais no mercado brasileiro, a Scania sempre teve sua marca ligada aos extrapesados. Não é a toa que a fabricante tem conseguido resultados positivos com o R440 em 2013. No entanto, uma estratégia que começou silenciosa tem feito barulho no segmento de semipesados. Aposta da empresa para o Brasil, a linha semipesada conquistou espaço no mercado e já figura entre os mais vendidos deste disputado setor.
A Scania resolveu entrar no segmento de semipesados em 2010. A estratégia era conhecer o mercado, ouvir suas necessidades. Com foco nesta proposta, a fabricante passou a oferecer na linha tecnologias consagradas na linha extrapesada, como a caixa de câmbio automatizada Opticruise, presente em 50% das vendas, e também configurações de fábrica como o quarto-eixo do modelo P310 8×2.
Passados dois anos, a empresa comemora a alta no número de emplacamentos. De 2010 a 2012, o número de unidades faturadas no segmento de semipesados subiu de 4 para 1.136 unidades. Em comparação a 2011, o crescimento foi de 250%. A convite da Scania, o Brasil Caminhoneiro testou o P310 8×2, carregado com 18,5 toneladas, deixando o PBT próximo do limite de 29 toneladas.
Com motor Euro 5 de 9 litros, o P310 8×2 possui o maior torque da categoria (1.150Nm), o que torna a linha atual entre 10% e 12% mais econômica que a anterior. Nos 250 km rodados durante o teste pudemos comprovar o rendimento do motor, que fez cerca de 3,05 km por litro de diesel. O trecho escolhido foi da fábrica da Scania, na Via Anchieta, em São Bernardo (SP), até Peruíbe (SP), descendo e subindo a Serra do Mar.
ém da transmissão automatizada Opticruise de 12 velocidades, do quarto-eixo de fábrica e do motor Scania, o modelo possui outros diferenciais de série, como um completo computador de bordo que possui até mesmo balança eletrônica no painel, o que ajuda a verificar qual o peso que está sendo transportado e evita o sobrepeso.
A Scania sempre aponta em apresentações à imprensa o foco no motorista. No P310 8×2 o discurso vira prática, já que também é de série a cabine leito com teto alto, suspensão a ar, ar condicionado e os vidros elétricos, itens de conforto que fazem a diferença para o caminhoneiro. Isso explica o sucesso com os autônomos. Atualmente o P310 8×2, topo de linha, custa cerca de R$ 360.000,00.

Maior evento de distribuição de bebidas do Brasil tem patrocínio da Ford Caminhões




 Ford Caminhões é uma das patrocinadoras da ExpoConfenar 2013, maior evento de distribuição de bebidas do País, que ocorre entre os dias 14 e 16 de agosto, em Porto Galinhas, Pernambuco. A exibição do Ford Cargo 1719 para o segmento de bebidas é uma das atrações da marca no evento.
O encontro é promovido pela Confederação Nacional das Revendas AmBev e deve reunir centenas de executivos das áreas de gestão, vendas e logística de todo o Brasil. Em exposição, o Cargo 1719 conta com diversos itens de conforto e segurança. O motor é o Euro 5 ISB4.5 de 190 cv, que traz a avançada tecnologia SCR, sistema de pós tratamento dos gases do motor que reduz em até 80% a emissão de poluentes.
Outro destaque do caminhão é o conjunto de suspensão de cabine com quatro pontos de absorção, capaz de gerar menos ruído e mais conforto para o motorista. Além disso, o modelo vem de série com freios ABS com EBD, controle de tração (ASR), vidros, travas e espelhos elétricos, isolamento anti-ruído, banco com suspensão a ar e transmissão com comandos à cabo.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Ônibus de Curitiba permite embarque de bicicletas. Mas só para turistas

A Linha Turismo do sistema de transporte de Curitiba passou a permitir o embarque de bicicletas dentro dos 12 ônibus de dois andares (double deck) que compõem a frota.
A Linha Turismo é uma linha de ônibus especial que percorre os principais atrativos turísticos da cidade. Com uma passagem, que custa R$ 27, o passageiro pode desembarcar e reembarcar em 4 dos 25 pontos atendidos pelo sistema.
Agora, com a possibilidade de integração da bicicleta, aumentam as possibilidades de que o turista aproveite mais para conhecer a cidade pedalando no trajeto entre os parques, já que muitos deles são integrados por ciclovias.
A novidade é positiva por incentivar uma modalidade de turismo saudável, mas reforça mais uma vez a visão de que, na capital paranaense, a bicicleta ainda é vista única e exclusivamente como um instrumento de lazer. Na prática, é política de ciclomobilidade para inglês ver

Ford estreia Cargo extrapesado


Em um test drive no Deserto do Atacama, ao norte do Chile – cenário ideal pelas suas condições desafiadoras, como a altitude e características do terreno –, a Ford lançou seus primeiros caminhões extrapesados Cargo 2042 e Cargo 2842. Produzidos em São Bernardo do Campo (SP), os modelos começam a chegar nesta semana nas concessionárias da marca.
O Cargo 2042 4x2, com capacidade máxima de tração de 49 toneladas, está com o preço sugerido de R$ 260.900, enquanto o Cargo 2842 6x2, com capacidade de 56 toneladas, custa R$ 294.900. Por esses preços e com a motorização escolhida, o Cargo extrapesado vai brigar com outros que estão também na porta de entrada da categoria, como o Volkswagen Constelation com motor 8,9 litros, o Mercedes-Benz Axor de 12 litros e o Volvo FM de 11 litros.
 / Os caminhões são produzidos na planta da Ford em São Bernardo do Campo (SP)Ampliar imagem
Os caminhões são produzidos na planta da Ford em São Bernardo do Campo (SP)
Projeto global, desenvolvido em parceria entre o Brasil e a Europa, os modelos são equipados com motor FPT de 10,3 litros, que atende à norma Proconve P-7 (Euro 5), com potência de 420 cavalos, acoplado a um câmbio automatizado ZF ASTronic de 12 velocidades.
Os dois modelos incorporam de série controle automático de tração (ASR) e freios ABS com EBD, e o Cargo 2842 conta ainda com a opção do controle eletrônico de estabilidade (ESP). Como os caminhões hoje em dia são cada vez mais parecidos com os automóveis em termos de conforto, o Cargo, além de vidros e travas elétricos, retrovisores elétricos e ar-condicionado, conta com um painel que oferece ferramentas para auxiliar no monitoramento do veículo, indicando ao motorista a melhor rotação de trabalho do motor para o menor consumo de combustível.
Além disso, o condutor pode acompanhar em tempo real o consumo de combustível e, ao final da viagem, conferir a sua autonomia e produtividade, entre outras informações relacionadas à operação do caminhão.
De acordo com Guy Rodri­gues, diretor de Operações da Ford Caminhões para a América do Sul, o objetivo com o lançamento destes caminhões é disputar a rica porção do mercado que mais cresce no Brasil: os extrapesados com capacidade de tração acima de 47 toneladas representaram 20% das vendas em 2012, o que rendem faturamento de R$ 10,8 bilhões. E este ano a estimativa é que a fatia cresça para 30%, com receitas de R$ 14 bilhões.

sábado, 17 de agosto de 2013

Ponta Grossa recebe encontro de caminhões antigos no sábado

Caminhões ficam em frente à Biblioteca Municipal até domingo (18).
Grupo de amigos reúne caminhões fabricados entre 1958 e 1979.


Um grupo de amigos promove um encontro de caminhões antigos no sábado (17), em Ponta Grossa, no Paraná. De dez a 20 caminhões estarão estacionados em frente à Biblioteca Municipal da cidade, no bairro Olarias, por volta do meio dia. O grupo fica no local até domingo e segue viagem após o almoço.
Segundo o organizador do encontro, Miklos Stammer, a maior parte do grupo é de Curitiba, mas existem caminhões de São Paulo, Bauru e São José dos Pinhais. Os veículos foram fabricados entre 1958 e 1979 e são todos FNM/Alfa Romeo, popularmente conhecido como fenemês.
Para o organizador, a cidade aprecia muito este tipo de caminhão e por isso, a população deve comparecer. “Ponta Grossa sempre teve muitos caminhões antigos ou tem alguma relação com eles, como parentes, amigos, conhecidos que já tiveram um fenemê”, conta Stammer.
De acordo com o organizador, o grupo não é associado a um clube. “Nós somos um grupo de amigos e estamos acostumados a fazer viagens com nossos caminhões. Eles não possuem uma potência igual aos de hoje, mas são restaurados e preparados para estrada”, explica. As viagens mais longas feitas por Stammer foi de Curitiba a Belém, no Pará, e também, da capital paranaense a Salvador, na Bahia.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Vida na estrada tem o seu valor

Segundo pesquisa, quase a metade dos caminhoneiros chega à classe B com 15 anos de profissão
A profissão de caminhoneiro está valorizada.
A categoria, que comemora no estado de São Paulo seu dia no próximo domingo, 30 de junho, tem praticamente a metade dos seus integrantes na classe B após 15 anos de batente, com renda mensal de dez a 20 salários mínimos.
Essa e outras conclusões são de uma pesquisa da Raízen, empresa especializada em energia renovável com ênfase no setor de produção dos derivados da cana, como o etanol automotivo e o açúcar.
O estudo aponta que a maioria dos caminhoneiros da atualidade entrou na profissão seguindo os passos do pai ou de familiares. Só que o mesmo não acontece hoje. A maior parte  dos filhos de motoristas de caminhão, que hoje tem aceso a uma universidade, não pretende “herdar” a atividade.
A mesma pesquisa revela, ainda, que  a escolaridade média dos caminhoneiros em atividade vai apenas até a quarta série do ensino fundamental.
Jornada dura /O estudo ouviu 300 profissionais de todas as regiões do país e apontou dados sobre a visão que os motoristas têm da própria atividade. Mesmo integrando a classe B, a maioria dos caminhoneiros diz acreditar que a vida na estrada e o salário não melhoraram. Mas os entrevistados afirmam que a qualidade das estradas avançou e avaliam que suas famílias têm uma vida mais confortável em relação aos últimos cinco anos.
Quase a metade dos caminhoneiros (49%) está na profissão há mais de 15 anos. Sua idade média fica entre 31 e 40 anos, sendo que a maioria (77%) é casada e tem até dois filhos. Enquanto muitos dos filhos cursam o ensino superior (35% dos profissionais ouvidos têm herdeiros fazendo ou pretendendo fazer faculdade), a maioria dos caminhoneiros não tem o ensino médio. Praticamente a metade (48%) deles integra a classe B.
A pesquisa também mostra que o ofício de caminhoneiro está deixando de ser hereditário. Só 3% têm filhos que optaram pela mesma atividade dos pais. Os herdeiros de 62% não pretendem ser motoristas.

“A pesquisa mostra que a estrada ficou mais dura porque o lar ficou mais confortável”. A opinião é de Mariana Santarém, gerente do Clube Irmão Caminhoneiro. “Já está havendo uma carência de profissionais no mercado”, afirma, referindo-se ao fato de os filhos de caminhoneiros estarem optando por outras atividades, face à maior escolaridade e ao crescente número de atividades profissionais à disposição.
Filhos de motorista preferem seguir em outras profissões
O caminhoneiro Ademar Norgang de Oliveira, de 57 anos, é pai de quatro filhos, mas apenas um deles seguiu seus passos.
“Os outros não gostaram da ideia. O mais velho é mecânico, o segundo é metalúrgico e o quarto, policial militar. Só o terceiro, que sempre gostou de andar comigo, adotou a profissão”, conta Oliveira. Ele não atribui à distância da família ou à rotina estressante a escolha dos filhos que decidiram não ser caminhoneiros. “Foi do gosto pessoal de cada um”, conclui o profissional.
A pesquisa da Raízen mostra que boa parte (45%) dos caminhoneiros atualmente na ativa seguiram o ofício por conta da influência de  familiares. O índice dos que acreditam que as estradas do país melhoraram atinge 55%, enquanto 66% acreditam que sua família leva uma vida mais confortável hoje do que há cinco anos. Para 40%, a vida melhorou de uma forma geral. Mas nem tudo é boa impressão. Para 62%, o salário piorou e, para 43%, a vida nas estradas também está mais difícil nos dias de hoje.
Categoria exige atendimento de qualidade ao abastecer
Trabalhadores que passam dias sozinhos na estrada, os caminhoneiros preferem lidar com frentistas falantes, mas com postura profissional. Essa preferência é apontada por 85% dos entrevistados. A exigência de qualidade no atendimento nos postos de combustível é primordial para 78% dos motoristas ouvidos.
Fora o preço do diesel, banheiros limpos nos postos são o aspecto mais valorizado por 60% dos caminhoneiros. A segurança durante as paradas é considerada fator primordial para 93% dos entrevistados, sendo mais valorizada que a  limpeza geral e o espaço para estacionamento no pátio do posto de abastecimento.
A qualidade do diesel é mais importante para 88% da amostra na comparação com o conforto oferecido pelo posto.