No dia 22 de maio, a Caio Induscar e a Prefeitura de Barra Bonita assinaram a escritura definitiva do terreno localizado no Distrito Industrial de Campos Salles, em Barra Bonita, SP, para instalação da futura fábrica.
Participaram da assinatura, os diretores da fabricante de carrocerias, sr. Maurício Lourenço da Cunha (Diretor Industrial), sr. Marcelo Ruas (Diretor de Suprimentos) e o Gerente de Planejamento Estratégico, sr. Deomir Quarella, além do Prefeito Guilherme Berlamino.
O início das operações da nova fábrica está previsto para o segundo trimestre de 2014, com um investimento inicial de R$ 25 milhões. Com a nova unidade, a Caio Induscar irá aumentar a capacidade de produção de carrocerias, planejando gerar cerca de 200 empregos iniciais na região.
Para a Caio Induscar, abrir um novo parque fabril é essencial, para que possa atender a todas as solicitações de seus clientes.
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sábado, 25 de maio de 2013
Comil vai instalar sua primeira unidade para fabricação de carrocerias fora do Estado
A família Corradi fabricava silos para armazenagem e transporte de grãos em Cascavel (PR) quando surgiu a oportunidade de ingressar em um negócio totalmente diferente, a fabricação de carrocerias para ônibus. Em Erechim, a Indústria de Carrocerias Serrana (Incasel) havia decretado falência depois de 35 anos de trabalho. Era a chance de a família assumir uma empresa que já tinha história, mercado e marca.
Deoclécio Corradi viajava para Mato Grosso quando leu em Zero Hora um anúncio do leilão da indústria, com um pavilhão de 5 mil metros e lance mínimo de Cr$ 3,5 milhões (3,5 milhões de cruzeiros), o equivalente na época a cem alqueires de terra. A massa falida da empresa foi comprada em leilão, em 15 de outubro de 1985.
— Era daqueles com lances feitos no grito, como nas festas de igreja, para comprar bolo, acompanhado por prefeito, promotor de Justiça e uma centena de funcionários que haviam perdido seus empregos — lembra Corradi.
Deoclécio e Rovílio Mascarello ficaram em pé, no meio do público, sem coragem de sentar entre os interessados, engravatados acompanhados de advogados. Mas o lance vencedor foi o dos dois, que tinham até torcida, já que o grupo pretendia manter a indústria na cidade, preservando empregos e movimentação econômica.
A princípio, os dois segmentos — ônibus e armazenagem de grãos — foram mantidos pelo grupo, no Paraná e no Rio Grande do Sul. Mas em 2001, o crescimento da empresa que invadiu mercados brasileiros e de 50 outros países exigiu atenção diferenciada, e as duas empresas se dividiram. Com isso, houve também a cisão familiar para a administração dos negócios. Coube a Deoclécio a presidência executiva da empresa até então dirigida pelos irmãos Dairto e Diones. Para ficar perto da linha de montagem, Deoclécio e a mulher Jussara, que respondia pela área financeira, mudaram-se para Erechim.
Em uma das maiores crises da Comil, a empresa familiar percebeu a necessidade de mudanças na gestão. Em 2005, assumiu um cliente para exportação que exigia grande quantidade de produção. Sem setor financeiro especializado para acompanhar mudanças cambiais, a empresa foi surpreendida pela desvalorização do dólar.
Cartas na mesa para crescer
Foi neste clima que chegou à empresa o administrador Silvio Calegaro, assumindo a direção financeira em 2005. O profissional ajudou a liderar um processo de reconstrução. Em vez de esconder a crise, os diretores optaram por divulgar a real situação no mercado financeiro.
— Abrimos o jogo com os bancos, colocamos nossos problemas e definimos um plano de reestruturação. Saímos em busca de crédito, e deu certo — avalia Calegaro.
Somada à redução de despesas, essa postura fez com que a empresa voltasse a ter saúde financeira. Calegaro assumiu como diretor-geral, passando a definir as estratégias em conjunto com o conselho de administração, composto por quatro acionistas e dois membros independentes. Assim, a companhia mudou a figura jurídica de empresa limitada para sociedade anônima e passou a ter demonstrações contábeis auditadas pela Ernst & Young. Recentemente, obteve classificação de risco atribuída pela Standard & Poor's.
O processo de transição entre empresa familiar e profissionalização foi responsável pelo crescimento financeiro e institucional da empresa. O faturamento, que em 2007 era de R$ 295 milhões, chegou ao final de 2011 em R$ 550 milhões — crescimento de 53%. Nessa trajetória, o produto também chegou à maturidade com três linhas — rodoviário, urbano e micro — que tomam hoje uma boa fatia do mercado brasileiro.
Sempre de olho em novos mercados, os ônibus da Comil evoluíram em design, conforto e tecnologia e rodam da capital gaúcha à histórica Ouro Preto (MG). Surgiram até os micros Piá, para transporte de pacientes por prefeituras no interior do Estado. A partir do segundo semestre de 2013, a Comil vai operar com uma segunda unidade, já em obras em Lorena (SP). A ideia é levar para lá todo o setor de produção de ônibus urbanos, pois operar no centro do país, onde estão os maiores fornecedores de matéria-prima, como o chassis sobre o qual o ônibus é montado, vai reduzir os custos tornar o produto ainda mais competitivo.
A nova unidade, com investimentos de R$ 110 milhões, produzirá com alto nível de automação, sem mexer na estrutura em Erechim, onde permanecerão a gestão da companhia e a produção de linhas de maior valor agregado, como o rodoviário. Modelos de luxo como o HD e o DD (dois andares) continuarão a ser feitos na cidade, aproveitando a qualidade da mão de obra gaúcha.
Perfil
Empresa: Comil Ônibus SA
Produto: montagem de carrocerias para ônibus em modelos rodoviários, intermunicipais urbanos, microônibus e especiais O parque fabril, de 40 mil metros quadrados, tem capacidade de produção de 4,5 mil unidades/ano.
Mercado: todo o Brasil e 30 países
Faturamento: saltou de R$ 295 milhões em 2007, para R$ 550 milhões em 2011.
As exportações representam 14% da receita
Unidades: Erechim (RS) e Lorena (SP, em implantação)
Funcionários: 2,7 mil
Deoclécio Corradi viajava para Mato Grosso quando leu em Zero Hora um anúncio do leilão da indústria, com um pavilhão de 5 mil metros e lance mínimo de Cr$ 3,5 milhões (3,5 milhões de cruzeiros), o equivalente na época a cem alqueires de terra. A massa falida da empresa foi comprada em leilão, em 15 de outubro de 1985.
— Era daqueles com lances feitos no grito, como nas festas de igreja, para comprar bolo, acompanhado por prefeito, promotor de Justiça e uma centena de funcionários que haviam perdido seus empregos — lembra Corradi.
Deoclécio e Rovílio Mascarello ficaram em pé, no meio do público, sem coragem de sentar entre os interessados, engravatados acompanhados de advogados. Mas o lance vencedor foi o dos dois, que tinham até torcida, já que o grupo pretendia manter a indústria na cidade, preservando empregos e movimentação econômica.
A princípio, os dois segmentos — ônibus e armazenagem de grãos — foram mantidos pelo grupo, no Paraná e no Rio Grande do Sul. Mas em 2001, o crescimento da empresa que invadiu mercados brasileiros e de 50 outros países exigiu atenção diferenciada, e as duas empresas se dividiram. Com isso, houve também a cisão familiar para a administração dos negócios. Coube a Deoclécio a presidência executiva da empresa até então dirigida pelos irmãos Dairto e Diones. Para ficar perto da linha de montagem, Deoclécio e a mulher Jussara, que respondia pela área financeira, mudaram-se para Erechim.
Em uma das maiores crises da Comil, a empresa familiar percebeu a necessidade de mudanças na gestão. Em 2005, assumiu um cliente para exportação que exigia grande quantidade de produção. Sem setor financeiro especializado para acompanhar mudanças cambiais, a empresa foi surpreendida pela desvalorização do dólar.
Cartas na mesa para crescer
Foi neste clima que chegou à empresa o administrador Silvio Calegaro, assumindo a direção financeira em 2005. O profissional ajudou a liderar um processo de reconstrução. Em vez de esconder a crise, os diretores optaram por divulgar a real situação no mercado financeiro.
— Abrimos o jogo com os bancos, colocamos nossos problemas e definimos um plano de reestruturação. Saímos em busca de crédito, e deu certo — avalia Calegaro.
Somada à redução de despesas, essa postura fez com que a empresa voltasse a ter saúde financeira. Calegaro assumiu como diretor-geral, passando a definir as estratégias em conjunto com o conselho de administração, composto por quatro acionistas e dois membros independentes. Assim, a companhia mudou a figura jurídica de empresa limitada para sociedade anônima e passou a ter demonstrações contábeis auditadas pela Ernst & Young. Recentemente, obteve classificação de risco atribuída pela Standard & Poor's.
O processo de transição entre empresa familiar e profissionalização foi responsável pelo crescimento financeiro e institucional da empresa. O faturamento, que em 2007 era de R$ 295 milhões, chegou ao final de 2011 em R$ 550 milhões — crescimento de 53%. Nessa trajetória, o produto também chegou à maturidade com três linhas — rodoviário, urbano e micro — que tomam hoje uma boa fatia do mercado brasileiro.
Sempre de olho em novos mercados, os ônibus da Comil evoluíram em design, conforto e tecnologia e rodam da capital gaúcha à histórica Ouro Preto (MG). Surgiram até os micros Piá, para transporte de pacientes por prefeituras no interior do Estado. A partir do segundo semestre de 2013, a Comil vai operar com uma segunda unidade, já em obras em Lorena (SP). A ideia é levar para lá todo o setor de produção de ônibus urbanos, pois operar no centro do país, onde estão os maiores fornecedores de matéria-prima, como o chassis sobre o qual o ônibus é montado, vai reduzir os custos tornar o produto ainda mais competitivo.
A nova unidade, com investimentos de R$ 110 milhões, produzirá com alto nível de automação, sem mexer na estrutura em Erechim, onde permanecerão a gestão da companhia e a produção de linhas de maior valor agregado, como o rodoviário. Modelos de luxo como o HD e o DD (dois andares) continuarão a ser feitos na cidade, aproveitando a qualidade da mão de obra gaúcha.
Perfil
Empresa: Comil Ônibus SA
Produto: montagem de carrocerias para ônibus em modelos rodoviários, intermunicipais urbanos, microônibus e especiais O parque fabril, de 40 mil metros quadrados, tem capacidade de produção de 4,5 mil unidades/ano.
Mercado: todo o Brasil e 30 países
Faturamento: saltou de R$ 295 milhões em 2007, para R$ 550 milhões em 2011.
As exportações representam 14% da receita
Unidades: Erechim (RS) e Lorena (SP, em implantação)
Funcionários: 2,7 mil
Explosão de ônibus no Paquistão mata 16 crianças
Dezesseis crianças e uma professora morreram após um curto-circuito próximo ao tanque de gás provocar a explosão de um micro-ônibus escolar no leste do Paquistão, na manhã deste sábado (25). De acordo com a polícia local, outras cinco menores ficaram feridas e três delas estão em estado grave. O acidente aconteceu na província de Gujrat, a cerca de 200 km da capital Islamada. As crianças tinham entre 6 e 12 anos.
Imagens de TV mostraram o micro-ônibus queimado e os parentes das vítimas chorando fora de um hospital. Uma estudante disse ao canal de notícias do Paquistão Geo que o motorista fugiu quando o veículo pegou fogo. Ele está sendo procurado pelas autoridades.
O oficial de polícia, Ijaz Ahmad, disse que o motorista poderia ter salvo muitas vidas. "Nos foi dito que ele fugiu de lá quando as crianças estavam pedindo por ajuda", disse o policial.
Em comunicado, o presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, expressou "choque profundo" sobre o acidente e indicou que as autoridades ofereçam o melhor atendimento médico para as crianças feridas. As informações são da Associated Press.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
MG: abelhas atacam passageiros de ônibus que bateu em poste
Sete pessoas foram picadas por abelhas depois que o ônibus no qual elas estavam bateu em poste e derrubou um enxame. O acidente aconteceu na tarde desta sexta-feira na rua Palermo, no bairro Bandeirantes, em Belo Horizonte.
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, após a batida, fios da rede elétrica caíram sobre o coletivo. Nenhuma das 15 pessoas que estavam no ônibus se feriu por causa do acidente, mas sete delas foram encaminhadas a dois hospitais da região por causa das picadas. Entre os passageiros atacados pelo enxame está um bebê de 5 meses. A criança foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento da Pampulha.
Devido ao tombamento do poste, parte do bairro Bandeirantes ficou sem luz. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) foi chamada para reestabelecer a energia, mas as abelhas não deixaram. O enxame precisou ser extinto pelos homens do Corpo de Bombeiros por medida de segurança.
SP: acidentes interditam pista da rodovia Castello Branco
Dois acidentes, quase que simultâneos, complicaram o trânsito na manhã desta sexta-feira na pista sentido São Paulo da rodovia Castello Branco, em São Paulo. De acordo com a CCR ViaOeste, concessionária que administra a rodovia, um acidente envolvendo uma carreta e dois caminhões no km 30, em Barueri, bloqueou uma das faixas da pista por volta das 7h.
A equipe de resgate foi acionada para retirar as vítimas das ferragens.Uma pessoa sofreu ferimentos graves e outra ficou com ferimentos moderados. A pista foi liberada por volta das 8h30.
Minutos depois, um acidente envolvendo o caminhão acabou interditando todas as faixas da pista no km 34, em Itapevi. O caminhão começou a pegar fogo e os bombeiros foram acionados. Ninguém ficou ferido neste acidente. Por volta das 8h40, o veículo já havia sido removido da pista e as faixas foram liberadas.Às 9h, a concessionária registrava lentidão por excesso de veículos entre o km 18 e o km 43.
Rodoviário - Caio
SOLAR
Aplicações
Rodoviário - Fretamento
Chassis
Mercedes-Benz, Scania, Volkswagen, Volvo e outros
Dimensões (mm)
Comprimento Total: 11.000 a 13.200
Largura Externa: 2.600
Altura Externa: 3.250
Altura Interna: 1.950
Especificações
Bagageiro tipo passante na traseira, também nas laterais (não passante) para motor dianteiro, revestido em chapa de aço canelado, com cristais minimizados e iluminação
Divisória revestida em vidro colado, com isolamento térmico acústico.
Piso em madeira, revestido em Taraflex antiderrapante
Porta de acesso e movimento pantográfico
Porta-pacotes revestido, tipo rodoviário
Porta-focos com iluminação de LED numeração das poltronas iluminadas
Vidro da janela do motorista colados na parte interna
Opcionais
Ar condicionado
Bagageiro com proteção de mala
Calefação
Calotas
Monitor de vídeo
Porta-copos
Relógio digital
Sanitário
Acessibilidade
Plataforma elevatória ou cadeira de transbordo (opcional)
Comil entrega último ônibus da renovação de frota 2012 da Gaurama
A empresa Gaurama (Urbano), responsável pelas linhas de transporte público da cidade de Erechim, recebeu no dia 19 de dezembro a última unidade do lote de sete ônibus que adquiriu da Comil este ano. Os veículos, modelo Svelto, foram incorporados à frota de 44 ônibus que atende hoje a cidade.
“Nós valorizamos o que é fabricado aqui no município comprando os ônibus da Comil. São veículos de muita qualidade, por isso 100% da nossa frota é Comil”, afirma o diretor Wilson Antônio Batistus. A Gaurama atua desde a década de 50 na região e está em constante renovação. Atualmente, mais de 30% da frota já é adaptada para cadeirantes.
Para o representante da Comil no Sul do país, João Busatta, a empresa faz parte da história da Comil. “A Gaurama foi pioneira na aquisição dos primeiros Svelto modelo 2012 da Comil”, afirma ele.
“Nós valorizamos o que é fabricado aqui no município comprando os ônibus da Comil. São veículos de muita qualidade, por isso 100% da nossa frota é Comil”, afirma o diretor Wilson Antônio Batistus. A Gaurama atua desde a década de 50 na região e está em constante renovação. Atualmente, mais de 30% da frota já é adaptada para cadeirantes.
Para o representante da Comil no Sul do país, João Busatta, a empresa faz parte da história da Comil. “A Gaurama foi pioneira na aquisição dos primeiros Svelto modelo 2012 da Comil”, afirma ele.
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