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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

MAN Latin America comemora marca de 100 mil Volksbus produzidos


A MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus Volkswagen e dos caminhões MAN, está comemorando mais uma importante marca em sua trajetória: 100 mil ônibus Volkswagen produzidos. Conhecidos como Volksbus, os veículos são desenvolvidos e fabricados em Resende (RJ) e comercializados a clientes de todo o Brasil, além de mais 30 países entre América Latina e Central, África e Oriente Médio.
Um dos maiores grupos de transporte de passageiros do País, o Grupo Odilon Santos adquiriu o veículo de número 100 mil produzido pela montadora, graças ao lote de 60 ônibus modelo VW 17.230 vendido recentemente à empresa Transbrasiliana Especiais e Fretamento, que pertence ao Grupo. “Somos clientes da marca desde o início das vendas dos Volksbus, inclusive adquirimos o veículo de número 1. A qualidade e excelente custo de manutenção foram sempre grandes fatores na escolha pelos produtos da marca. Hoje temos em nossa frota 860 ônibus Volkswagen”, diz o empresário Odilon Santos.
Com toda tecnologia e credibilidade depositada pelos clientes, os chassis de ônibus Volkswagen dobraram sua participação de mercado nos últimos anos. De 2005 até hoje, a produção aumentou em 108%. “Nosso expressivo crescimento no mercado de ônibus é reflexo de um grande esforço para garantir um alto nível de satisfação de nossos clientes, com produtos de qualidade e pós-vendas diferenciado”, afirma Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.
Para 2012, a montadora, que fechou o ano passado com 11.139 chassis Volksbus licenciados e participação recorde de 32,2% de mercado, almeja continuar crescendo rumo à liderança nas vendas brasileiras de ônibus, objetivo já alcançado em caminhões, mercado que lidera há nove anos.
19 anos de sucesso
A MAN Latin America entrou no mercado de ônibus em 1993 com o lançamento do modelo VW 16.180 CO. O chassi chegou no momento em que o mercado pedia por alternativas no segmento de ônibus e não marcou apenas o nascimento da linha Volksbus, mas também de um atendimento diferenciado feito na garagem do frotista.
Logo em seguida, a marca ingressou no mercado de micro ônibus, com o modelo VW 8.140 CO. De lá pra cá, a linha não parou de crescer e recebeu inúmeros atributos como, por exemplo, a versão V-Tronic dos modelos urbanos 17.230 EOD e 17.260 EOT. Hoje, a empresa inicia as vendas dos modelos da linha Volksbus 2012, que atendem as novas normas brasileiras de emissões (PROCONVE P-7). Os veículos contam com uma série de evoluções tecnológicas, com destaque para os motores MAN D08, fabricados no Brasil pela MAN Latin America na fábrica da MWM, em São Paulo (SP), e que equipam três dos oito modelos da nova linha e carregam todo o know-how de uma unidade de negócios da MAN focada exclusivamente no desenvolvimento de motores.
Entre os sucessos de vendas ao longo da trajetória da empresa no mercado de ônibus, destaca-se o veículo desenvolvido pela engenharia de Resende especialmente para o programa Caminho da Escola, que busca garantir maior qualidade no transporte escolar na zona rural brasileira, onde as estradas, geralmente de terra, possuem condições severas de piso e relevo. Desde 2007, quando o Governo Federal deu início ao programa, foram vendidas mais de 6 mil unidades do modelo, que conta com suspensão reforçada e uma série de outros diferenciais.
Os ônibus da marca são ainda presença constante no futebol brasileiro. Graças ao Projeto Seleção Volksbus, hoje 17 clubes transportam suas comissões técnicas e jogadores a bordo de ônibus Volkswagen: Internacional, Grêmio, Atlético Paranaense, São Paulo, Palmeiras, Flamengo, Vasco, Fluminense, Resende, Volta Redonda, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Goiás, Atlético Goianiense, Bahia, Sport e Náutico. Há também o da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Os ônibus dispõem de layouts internos totalmente diferentes, já que foram customizados de acordo com as necessidades de cada clube. Alguns dos veículos contam com espaços para reuniões da comissão técnica com estrutura de áudio e vídeo independentes, macas ou poltronas especiais para atendimento a jogadores contundidos, mesas para jogos e armários para utilização da equipe médica.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Vida útil do motor do seu veículo depende de manutenção


Grande parte dos motoristas sabe que o motor é o componente de maior valor agregado do veículo, seja de um automóvel, caminhão, ônibus ou máquina agrícola, o que nem todos têm conhecimento é que alguns cuidados simples ajudam a manter a vida útil do produto. “Quando o motorista faz a manutenção adequadamente, seleciona o combustível e utiliza bom lubrificante e filtros, acaba gerando maior durabilidade ao motor do veículo”, afirmou José Arnaldo Laguna, presidente do Conarem – Conselho Nacional de Retíficas de Motores. Segundo Laguna, a correta manutenção é fundamental também para prolongar a vida útil do motor e trazer economia ao bolso do consumidor caso haja a necessidade de recorrer à retífica.
O custo é variável. Mas, segundo Laguna, retificar o motor é mais econômico do que comprar um remanufaturado ou novo porque, muitas vezes, se consegue aproveitar componentes de maior valor do motor, como comando de válvulas, jogo de bielas, bloco, cabeçote e bomba de óleo. Estima-se que o valor do reparo do motor de um caminhão é da ordem de 20% do preço de um novo.
Levar o veículo em uma retífica especializada e de confiança é preciso para a realização de um bom serviço. Além de contarem com ferramentas adequadas para a reparação do motor, as retíficas associadas ao Conarem seguem a norma da ABNT NBR 13032, que norteia o diagnóstico do profissional. “São procedimentos necessários para identificar o que deve ser reparado”, comentou. Há a retirada do motor do veículo, esgotamento do óleo usado, desmontagem técnica, limpeza química das peças e levantamento de todos os componentes que devem ser reaproveitados, usinados ou substituídos.
“Por meio de um processo de desmontagem do motor e limpeza química, o profissional consegue diagnosticar quais são os componentes que podem ser reaproveitados sem interferência de usinagem”, comentou o presidente da entidade. Algumas peças terão que ser substituídas obrigatoriamente como pistões, aneis e bronzinas, enquanto molas de válvulas poderão ser reaproveitadas e outras, como: guia, sede de válvula, camisa de cilindro, biela e virabrequim, terão que ser usinadas.
Vantagens sobre o remanufaturado
Segundo Laguna, o diferencial da retífica para o remanufaturado é que o proprietário do veículo manda o motor fechado para a fábrica e compra também fechado. “Não se sabe a medida do virabrequim, situação do bloco e da dimensão do cabeçote. Você pode usar uma vez o conjunto e caso precise abrir novamente o motor para retificar o virabrequim ou bloco pode identificar que eles já estavam na última medida”, advertiu. Haverá necessidade de comprar peças novas. Ao fazer a retífica do motor, o consumidor recebe um relatório e nota fiscal com todas as peças que foram substituídas e com as medidas ordenadas nos processos principais do motor. “Com isto, você tem uma projeção de quantas vidas úteis o motor ainda terá”, finalizou.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Novas resoluções sobre transporte de produtos perigosos começam a valer em maio


Entram em vigor em maio duas resoluções da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) sobre o regulamento do transporte de produtos perigosos. Elas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) da última quarta-feira (8).
A resolução n.º 3.763, que começa a valer no dia 8 de maio, é a que mais trouxe mudanças. Ela define normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que serão aplicáveis a este tipo de transporte. Entre elas, por exemplo, dispõe sobre o conjunto de equipamentos necessários em situações de emergência, e sobre a identificação necessária à movimentação destes produtos – ficha de emergência e envelope.
Outro ponto importante refere-se à sinalização. Segundo a resolução, a identificação da unidade, dos equipamentos de transporte e dos volumes movimentados deve ser feita por meio de rótulos de risco, painéis de segurança e de outros símbolos aplicáveis. Os volumes podem conter informações adicionais sobre os cuidados durante o manuseio dos produtos perigosos.
Mais uma novidade, a inserção de setas de orientação. Elas devem ser colocadas nos dois lados verticais opostos do volume e apontar para cima. Devem figurar dentro de um retângulo, com dimensões proporcionais ao material transportado. As setas devem ser de cor preta ou vermelha, sobrepostas sobre um fundo de cor branca ou de cor contrastante. Uma borda retangular de linha contínua é opcional. Veja abaixo:
Já os veículos carregados com substância líquida – a uma temperatura igual ou superior a 100ºC – ou sólida – a temperatura igual ou superior a 240ºC – também terão uma identificação especial, nas duas extremidades e nos lados. O símbolo deve ser da cor vermelha e triangular, conforme o seguinte modelo:

Atualizações
A resolução nº 3.762, que começa a valer no dia 7 de maio, atualiza algumas regras relacionadas a este tipo de transporte. Entre as exigências, o novo dispositivo estabelece que a sinalização pode ser dispensada, após o descarregamento, para os veículos ou equipamentos que não apresentam contaminação ou resíduos dos produtos transportados.
A movimentação só poderá ser realizada por veículos e equipamentos com características técnicas e operacionais que garantam condições de segurança compatíveis com o risco correspondente ao material transportado. Também se deve observar o estado de conservação, limpeza e descontaminação, conforme estabelecido pelas autoridades competentes.
O condutor não participará das operações de carregamento, descarregamento ou transbordo de carga. As operações de carregamento, descarregamento e transbordo de produtos perigosos devem ser realizadas atendendo às normas e instruções de segurança e saúde do trabalho, também de acordo com as exigências das autoridades responsáveis.

Mercedes-Benz lidera vendas de ônibus em Janeiro


A Mercedes-Benz manteve, em janeiro, sua destacada liderança nas vendas de ônibus no País. Com o emplacamento de 1.260 unidades nesse primeiro mês do ano, a marca obteve cerca de 50% de participação de mercado.
“Esse excelente volume comercializado é 27% superior ao obtido em janeiro de 2011”, afirma Gilson Mansur, diretor de Vendas e Marketing de Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “No segmento urbano, nossa liderança é ainda mais expressiva, com mais de 60% de participação. O mesmo acontece entre os ônibus rodoviários, onde temos mais de 52% do mercado”.
De acordo com o executivo, a renovação de frota de ônibus urbanos segue puxando as vendas do setor. “Os empresários têm se apoiado em condições atrativas de financiamento, como o FINAME, para renovar suas frotas, podendo assim oferecer um melhor serviço aos usuários do transporte coletivo”, diz Gilson.
Em janeiro deste ano, a renovação da frota de ônibus urbanos manteve-se aquecida especialmente nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, os maiores mercados do segmento no País. Nestas duas praças, a Mercedes-Benz também é líder de mercado.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Neobus terá fábrica em Três Rios (RJ)


A cidade fluminense de Três Rios abrigará uma fábrica de Neobus. O anúncio foi feito, nesta terça-feira, 7, durante uma cerimônia, na qual estavam presentes Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, alguns secretários estaduais e Vinícius Farah, prefeito do município a qual planta será instalada.
A nova planta será erguida em uma área que ainda está sendo definida, porém já há previsão de que a produção se inicie em 150 dias. A linha de montagem, quando estiver em atividade plena, deve gerar 1,2 mil empregos e poderá fabricar até 13 ônibus por dia. No total, os recursos para a esta unidade giram na casa de R$ 90 milhões.
Edson Tomiello, presidente da empresa, afirmou que o novo centro será focado na produção de ônibus urbano e alguns modelos de micro-ônibus. “Estamos nos preparando para as demandas provocadas pela Copa do Mundo e pelas Olímpiadas”, destacou o executivo, salientando que o Rio de Janeiro é o principal mercado da marca atualmente.
Além da nova fábrica, a Neobus anunciou, recentemente, uma joint venture com a norte-americana Navistar, que tem o intuito de produzir ônibus completo sob a marca NeoStar. Esta empresa tem como principais focos os mercados dos Estados Unidos e América do Sul. O comando da companhia será de Tomiello, que permanecerá como sócio controlador e maior quotista individual.
O presidente da marca salientou que não haverá mudanças na fábrica de Caxias do Sul (RS) e que todos 2.300 postos de trabalho serão mantidos, bem como haverá a manutenção na fabricação dos modelos de micro-ônibus, ônibus para fretamento, ônibus das linhas BRT (Bus Rapid Transport) e BRS (Bus Rapid Service), além disso a unidade gaúcha responderá ainda pela produção da NeoStar.

Usa droga quem quer: vício atrás dos volantes


Salvador/São Paulo em 30 horas. Mossoró/São Paulo em 24 horas. Itajaí/Fortaleza em três dias. Como cumprir esses prazos transportando 30 toneladas em um caminhão? Utilizando dois motoristas ou obrigando que um deles fique longos períodos sem dormir.
Como a segunda opção representa menos custos, transportadoras sem escrúpulos e sem noção de que podem perder muito mais do que a carga, passam a escala de horário e o motorista que faça a loucura que quiser para cumpri-la.
Os motoristas ficam na encruzilhada: aceitam a tarefa e partem para a estrada abastecidos de rebite, cocaína e crack, arriscando suas vidas e as vidas de outras pessoas, ou se recusam a cumprir o horário e perdem o emprego? Na maioria das vezes, as contas falam mais alto e o caminhoneiro sai para uma viagem que pode não ter volta.
Mas o que leva o caminhoneiro a se drogar e entrar em uma estrada? O motivo mais frequente apontado pelos próprios motoristas é o curto espaço de tempo que as empresas dão para cumprir um determinado percurso. “Uma empresa me obrigava a fazer Salvador/São Paulo em 48 horas”, afirma Claudio Cosme Moreira, 32 anos, e há oito na estrada. “E eu cheguei a fazer em 30, na base do rebite e da garrafinha”, afirma sorrindo. A garrafinha era usada para urinar, sem ter que parar nos postos, o que tomaria tempo.
“Eu tomei muito rebite para cumprir horário porque tinha a ilusão de ganhar dinheiro, pagar as contas e não é nada disso”, garante Moreira. “Hoje eu não tomo nenhuma droga, estou muito bem, com dois caminhões e aos 32 anos de idade, estou bem fisicamente, ‘to novo’. Se eu continuasse na tocada que estava, não chegaria aos 40 anos. A droga acaba com as pessoas”.

Brasil se mantém como maior mercado da Scania no mundo


A Scania Brasil é pelo terceiro ano consecutivo o principal mercado da companhia no mundo, à frente da Rússia e da Alemanha. O País foi responsável pela venda de 13.011 caminhões pesados, 424 semipesados, 1.652 ônibus e 2.515 motores, conforme balanço anual de 2011, divulgado na última semana.
No ano passado, o destaque dos resultados na unidade brasileira ficou por conta dos ônibus, que registraram o segundo melhor número desde 1991, com o crescimento de 83% em relação a 2010, com a comercialização de 1.652 veículos. O desempenho no segmento foi marcado, entre outros fatores, pela venda dos ônibus a etanol em São Paulo, pela entrada no sistema BRS (Bus Rapid System), no Rio de Janeiro, pela consolidação do chassi de 15 metros e renovação de frota. No segmento de caminhões os modelos mais comercializados em 2011 foram o G420, com 5.200 unidades, e o P340, com 2.822 unidades.
Para 2012, as novidades serão os novos motores de 9 e 13 litros, a linha V8 com o caminhão mais potente do mercado brasileiro, o caminhão a etanol e as tecnologias Scania Opticruise e Scania Retarder. A montadora também aposta em maior participação no segmento de semipesados. Desde que entrou nesse nicho de mercado, a Scania saltou de três unidades vendidas em 2010 para 424 unidades em 2011. “A estratégia de médio prazo é ser um forte competidor no segmento. Em 2011, a Scania procurou entender o perfil de compra do segmento, formou equipe de vendas e analisou a melhor forma de operar. A partir de agora, a marca já tem um desenho mais claro de como atuar”, afirma Roberto Leoncini, diretor-geral da Scania no Brasil.
Na América Latina, que concentra dois dos maiores mercados de caminhões da companhia no mundo e cinco do segmento de ônibus, a Scania comercializou 17.794 caminhões pesados e 3.027 ônibus, com destaque para a participação da marca na Argentina, onde a venda de ônibus foi recorde. “Houve também um forte aumento na demanda por serviços na região”, diz Christopher Podgorski, vice-presidente de Marketing e Vendas Scania para a América Latina.
Recorde
Em 2011, a Scania comercializou mundialmente o total de 80.108 caminhões e ônibus, volume que representou crescimento de 26% comparado a 2010.
O balanço mundial 2011 completo da Scania pode ser encontrado no site www.scania.com.br.