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sábado, 17 de agosto de 2013

Ponta Grossa recebe encontro de caminhões antigos no sábado

Caminhões ficam em frente à Biblioteca Municipal até domingo (18).
Grupo de amigos reúne caminhões fabricados entre 1958 e 1979.


Um grupo de amigos promove um encontro de caminhões antigos no sábado (17), em Ponta Grossa, no Paraná. De dez a 20 caminhões estarão estacionados em frente à Biblioteca Municipal da cidade, no bairro Olarias, por volta do meio dia. O grupo fica no local até domingo e segue viagem após o almoço.
Segundo o organizador do encontro, Miklos Stammer, a maior parte do grupo é de Curitiba, mas existem caminhões de São Paulo, Bauru e São José dos Pinhais. Os veículos foram fabricados entre 1958 e 1979 e são todos FNM/Alfa Romeo, popularmente conhecido como fenemês.
Para o organizador, a cidade aprecia muito este tipo de caminhão e por isso, a população deve comparecer. “Ponta Grossa sempre teve muitos caminhões antigos ou tem alguma relação com eles, como parentes, amigos, conhecidos que já tiveram um fenemê”, conta Stammer.
De acordo com o organizador, o grupo não é associado a um clube. “Nós somos um grupo de amigos e estamos acostumados a fazer viagens com nossos caminhões. Eles não possuem uma potência igual aos de hoje, mas são restaurados e preparados para estrada”, explica. As viagens mais longas feitas por Stammer foi de Curitiba a Belém, no Pará, e também, da capital paranaense a Salvador, na Bahia.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Vida na estrada tem o seu valor

Segundo pesquisa, quase a metade dos caminhoneiros chega à classe B com 15 anos de profissão
A profissão de caminhoneiro está valorizada.
A categoria, que comemora no estado de São Paulo seu dia no próximo domingo, 30 de junho, tem praticamente a metade dos seus integrantes na classe B após 15 anos de batente, com renda mensal de dez a 20 salários mínimos.
Essa e outras conclusões são de uma pesquisa da Raízen, empresa especializada em energia renovável com ênfase no setor de produção dos derivados da cana, como o etanol automotivo e o açúcar.
O estudo aponta que a maioria dos caminhoneiros da atualidade entrou na profissão seguindo os passos do pai ou de familiares. Só que o mesmo não acontece hoje. A maior parte  dos filhos de motoristas de caminhão, que hoje tem aceso a uma universidade, não pretende “herdar” a atividade.
A mesma pesquisa revela, ainda, que  a escolaridade média dos caminhoneiros em atividade vai apenas até a quarta série do ensino fundamental.
Jornada dura /O estudo ouviu 300 profissionais de todas as regiões do país e apontou dados sobre a visão que os motoristas têm da própria atividade. Mesmo integrando a classe B, a maioria dos caminhoneiros diz acreditar que a vida na estrada e o salário não melhoraram. Mas os entrevistados afirmam que a qualidade das estradas avançou e avaliam que suas famílias têm uma vida mais confortável em relação aos últimos cinco anos.
Quase a metade dos caminhoneiros (49%) está na profissão há mais de 15 anos. Sua idade média fica entre 31 e 40 anos, sendo que a maioria (77%) é casada e tem até dois filhos. Enquanto muitos dos filhos cursam o ensino superior (35% dos profissionais ouvidos têm herdeiros fazendo ou pretendendo fazer faculdade), a maioria dos caminhoneiros não tem o ensino médio. Praticamente a metade (48%) deles integra a classe B.
A pesquisa também mostra que o ofício de caminhoneiro está deixando de ser hereditário. Só 3% têm filhos que optaram pela mesma atividade dos pais. Os herdeiros de 62% não pretendem ser motoristas.

“A pesquisa mostra que a estrada ficou mais dura porque o lar ficou mais confortável”. A opinião é de Mariana Santarém, gerente do Clube Irmão Caminhoneiro. “Já está havendo uma carência de profissionais no mercado”, afirma, referindo-se ao fato de os filhos de caminhoneiros estarem optando por outras atividades, face à maior escolaridade e ao crescente número de atividades profissionais à disposição.
Filhos de motorista preferem seguir em outras profissões
O caminhoneiro Ademar Norgang de Oliveira, de 57 anos, é pai de quatro filhos, mas apenas um deles seguiu seus passos.
“Os outros não gostaram da ideia. O mais velho é mecânico, o segundo é metalúrgico e o quarto, policial militar. Só o terceiro, que sempre gostou de andar comigo, adotou a profissão”, conta Oliveira. Ele não atribui à distância da família ou à rotina estressante a escolha dos filhos que decidiram não ser caminhoneiros. “Foi do gosto pessoal de cada um”, conclui o profissional.
A pesquisa da Raízen mostra que boa parte (45%) dos caminhoneiros atualmente na ativa seguiram o ofício por conta da influência de  familiares. O índice dos que acreditam que as estradas do país melhoraram atinge 55%, enquanto 66% acreditam que sua família leva uma vida mais confortável hoje do que há cinco anos. Para 40%, a vida melhorou de uma forma geral. Mas nem tudo é boa impressão. Para 62%, o salário piorou e, para 43%, a vida nas estradas também está mais difícil nos dias de hoje.
Categoria exige atendimento de qualidade ao abastecer
Trabalhadores que passam dias sozinhos na estrada, os caminhoneiros preferem lidar com frentistas falantes, mas com postura profissional. Essa preferência é apontada por 85% dos entrevistados. A exigência de qualidade no atendimento nos postos de combustível é primordial para 78% dos motoristas ouvidos.
Fora o preço do diesel, banheiros limpos nos postos são o aspecto mais valorizado por 60% dos caminhoneiros. A segurança durante as paradas é considerada fator primordial para 93% dos entrevistados, sendo mais valorizada que a  limpeza geral e o espaço para estacionamento no pátio do posto de abastecimento.
A qualidade do diesel é mais importante para 88% da amostra na comparação com o conforto oferecido pelo posto.

Consórcio de ônibus contabiliza estragos após Gre-Nal


Um dia depois do primeiro Gre-Nal da Arena, o consórcio de empresas de ônibus STS – reponsável por levar torcedores do Inter para o estádio do Grêmio – começou a contabilizar os estragos causados em sete dos 13 ônibus disponibilizados para o transporte. Segundo o gerente executivo da companhia, Antônio Augusto Lovatto, a estimativa inicial de prejuízo é de R$ 8 mil. 

Lovatto relatou que diversos itens dos coletivos foram danificados na ida para a Arena, antes do Gre-Nal. "Portas, luminárias, campainha, janelas de emergência, vidros, espelhos retrovisores foram os alvos. É lamentável", resumiu Lovatto em entrevista ao site do Correio do Povo nesta segunda-feira.

Segundo o gerente executivo, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) foi avisada de que depredações poderiam ocorrer. "Simplesmente fomos comunicados de que teríamos que disponibilizar alguns ônibus para o transporte dos torcedor 
Prejuízo de R$ 15 mil na Trensurb 

Após o confronto entre torcedores de Inter e Grêmio, a Trensurb calculou prejuízo de R$ 15 mil. Segundo informações da assessoria de imprensa, cerca de 60 pessoas se envolveram na briga generalizada, registrada pelas câmeras de monitoramento da estação Sapucaia. 

O trem de número 109 teve seis vidros de porta e cinco vidros de janela danificados. Uma porta foi estragada pela ação de integrantes das torcidas organizadas dos dois clubes. A estação registrou estragos em um espelho convexo, um cano com fiação, quatro lixeiras, uma porta de acesso e três cinzeiros. 

Cadeiras depredadas na Arena  

A série de depredações por parte da torcida do Inter seguiu nas dependências da Arena. De acordo com a administração do estádio, dezenas de cadeiras, entre 30 e 60, foram danificadas na parte que abrigou os torcedores colorados. Os prejuízos serão contabilizados e ainda não há uma estimativa do investimento que será necessário para reparar os danos. ores. As linhas prejudicadas com este episódio foram Juca Batista, Cohab e Menino Deus", explicou. 

Questionado sobre a disponibilidade da STS para um novo transporte de torcedores em um próximo Gre-Nal, Lovatto fez um desabafo. "O serviço proposto pela EPTC não compete às empresas de transporte público de Porto Alegre. Empresas especializadas e acostumadas com este tipo de iniciativa precisam ser contratadas. A direção do Inter deveria ter fretado ônibus para levar seus torcedores, assim como costuma fazer para jogos no interior", argumentou. "A população da cidade não pode ser prejudicada com a perda de coletivos para o dia seguinte", acrescentou.  

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Atraso em obras de mobilidade prejudica produção de ônibus

Canaleta para ônibus em Curitiba: atrasos nos BRTs de várias capitais preocupam montadoras
O atraso na execução de obras de infraestrutura para mobilidade urbana – especialmente as da Copa do Mundo de 2014 – não atrapalham apenas os moradores que convivem com buracos e interrupções no trânsito em suas cidades. A indústria automobilística também é afetada, sobretudo as empresas que produzem ônibus.
Sem a estrutura para a operação dos sistemas, principalmente de Bus Rapid Transit (BRT, sistema com faixas exclusivas para circulação dos coletivos), a produção industrial está aquém das expectativas do setor, que vê um possível gargalo no final do ano.
O alerta foi feito por executivos das maiores empresas do setor, durante a feira Transpúblico, realizada no início do mês em São Paulo, juntamente com o seminário da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).
A preocupação das montadoras é simples: a indústria está preparada para atender à demanda, mas os pedidos não chegam. Se eles se concentrarem no fim do ano, a produção de ônibus pode até atingir as metas, mas os veículos vão demorar mais para serem entregues.
Há pelo menos 20 projetos de instalação ou expansão de redes de BRT no Brasil, considerando apenas os que têm recursos do PAC da Copa ou do PAC Grandes Cidades. Entre as cidades com obras atrasadas estão Belo Horizonte, Brasília e Recife, que demandariam uma grande quantidade de veículos. Outra preocupação é Salvador, cuja inconstância nos projetos também preocupa a indústria.
Expectativa
"Esperamos uma melhoria o segundo semestre”, explica Ricardo Alouche, vice-presidente de vendas da MAN Latin America. A Volvo, que é líder no mercado de BRT na América Latina e domina os principais mercados no Brasil, compartilha essa posição. "O problema não é a produção de ônibus para a Copa, mas a infraestrutura necessária para eles rodarem”, diz Euclides de Castro, gerente comercial para a América Latina.
Com a proximidade da Copa do Mundo, quando as obras de mobilidade devem estar prontas, a possibilidade de os pedidos se acumularem no fim do ano é grande. Segundo o gerente de marketing da Scania, Marcio Furlan, a espera por frotas de ônibus poderá chegar a 60 dias, se houver acúmulo de pedidos.
Alternativas
Setor aposta em tecnologia "verde”
As principais montadoras de ônibus que atuam no Brasil mostraram os lançamentos de seu portfólio de veículos na Transpúblico 2013. Mudanças nos chassis à parte, a grande aposta da indústria está nos modelos híbridos, com tecnologia "verde”, que custam em média 50% a mais que um modelo padrão.
A Volvo aposta no conceito de eletromobilidade, que mescla energia elétrica e biocombustível nos veículos. A montadora já tem 38 ônibus híbridos em operação na América Latina, a maioria deles – 30 – rodando em Curitiba.
O engenheiro de vendas da Volvo, Fábio Lorençon, explica que o modelo híbrido diminui em 35% o consumo de combustível e reduz até pela metade a emissão de gases poluentes e partículas. O plano da Volvo é lançar na Europa até 2015 um modelo híbrido plug-in, que pode ser carregada através da rede elétrica em terminais de ônibus, o que promete facilitar a operação em longas distâncias e diminuir o consumo de energia. Para 2017, a empresa trabalha com a possibilidade de lançar veículos totalmente elétricos.
A Mercedes-Benz também investiu no motor verde. O HíbridoBR tem tecnologia 100% nacional, fruto de uma parceria da montadora com a Eletra, especialista em veículos com tração elétrica. O motor funciona a diesel e eletricidade, mas apenas o motor elétrico movimenta o veículo.
Segundo Walter Barbosa, diretor de vendas e marketing de ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, o consumo de diesel é até 20% menor no veículo híbrido, que tem vida útil até duas vezes maior que a de um modelo convencional.
Metas revistas
Parte do setor adia projeção de expansão
A falta de confirmação nos pedidos para as principais obras de BRT em execução no país fizeram com que a indústria de ônibus revisse suas projeções para 2013. Em alguns casos, a expectativa de crescimento foi trocada para um olhar de manutenção dos resultados obtidos em 2012, ou até mesmo de leve retração. Para parte das empresas, a meta de crescer ficou para o ano que vem.
A Volvo, que produz chassis de ônibus na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e tem atuação expressiva no segmento de BRT, acredita que os resultados deste ano serão similares ou menores que os obtidos em 2012, quando a empresa vendeu 2,8 mil chassis.
Na Mercedes-Benz, a projeção de produção para este ano fica entre 28 mil e 30 mil chassis. "Agora estou mais cauteloso”, revelou Joachim Maier, vice-presidente de vendas da empresa no Brasil. Líder de vendas nos segmentos urbano e rodoviário, a Mercedes teve um crescimento de 21% nas vendas de atacado no primeiro semestre de 2013 na comparação com o mesmo período do ano passado.
Na contramão de parte do setor, a MAN Latin America comemorou neste ano o melhor primeiro semestre de vendas de sua história, com 4,8 mil chassis comercializados. Mas grande parte desse volume se deve a demandas do governo federal – a empresa fornece veículos para o Exército e programa Caminho da Escola

O ONIBUS MAIS CARO DO MUNDO

Ônibus mais caro do mundo, da empresa austríaca Marchi Mobile, custa R$ 4,7 milhões, A mansão sobre chamada EleMMent Palazzo, mede 12,2 metros de comprimento e tem todo o conforto que alguém muito exigente, e rico, pode desejar. 
O ônibus é uma evolução do trailer a diferença é que o palácio sobre  tem suíte master, piso aquecido, lareira e um terraço no teto  cobertura conversível.
O ônibus de alto luxo é equipado  tudo que uma boa mansão deve ter: escada  tapete vermelho, churrasqueira e uma mobília digna de magnata. São 12,2 metros de puro requinte
As luzes externas são de  e para quem sempre sonhou em morar numa mansão e ter um iate, o ônibus une os dois desejos: ele é uma casa super-equipada,  elementos de luxo, e o design imita um iate, ares de jatinho.
O modelo foi projetado para atender desde empresários que viajam a trabalho até artistas que saem em turnê. E, como não poderia deixar de ser, o modelo está à venda em Dubai.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Haddad quer aumento da gasolina para financiar tarifa de ônibus mais barata

SÃO PAULO - O prefeito Fernando Haddad (PT) quer subir o preço da gasolina para financiar uma passagem de ônibus mais barata. Ele apresentou dados preliminares de um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que mostram que um aumento de R$ 0,50 no litro da gasolina possibilitaria um subsídio de R$ 1,20. Com isso, a passagem poderia custar R$ 1,80. Atualmente, a tarifa custa R$ 3 - após protestos em junho o aumento de R$ 0,20, para R$ 3,20, foi suspenso.
Isso quer dizer que a demanda social por subsídio à tarifa é possível desde que haja uma fonte de financiamento. A melhor fonte de financiamento é aquela que inibe o uso do carro",disse Haddad. De acordo com a pesquisa, a deflação causada pela medida seria de 0,026%. A estimativa é de que 78% da população seria beneficiada pela ação. A taxa sobre a gasolina seria feita pela municipalização da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). Pela lei atual, o tributo seria repassado para a União e os Estados. As partes não estão recebendo porque, no ano passado, justamente para neutralizar o aumento da gasolina, o governo reduziu a zero a alíquota.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Mercedes-Benz do Brasil promove estudos de design de caminhão em prol de sustentabilidade


Com a proposta de apresentar um veículo amigável com o meio ambiente, e visando o desenvolvimento dos alunos, o IED – Istituto Europeo di Design –, sediado em São Paulo, e a Mercedes-Benz, que mantém uma parceria primordialmente institucional com a escola, avaliaram os trabalhos de conclusão do curso de pós-graduação em Design da Mobilidade e premiaram o vencedor com uma excelente oportunidade profissional de um mês de estágio na Alemanha, além de cinco meses no Brasil no estúdio de design da Mercedes-Benz.
Os alunos do curso apresentaram os projetos, cujo desafio foi criar um caminhão aerodinâmico, abordando questões de custo de produção, operação do veículo, redução do consumo de combustível e melhor rendimento na estrada.
“A Mercedes-Benz propôs esse concurso visando a formação de profissionais que deem ideias baseadas em aspectos fundamentais para nós. Somos uma empresa comprometida com a inovação e aprimoramento dos produtos, e preocupada com a preservação do meio ambiente, considerando sempre a redução do consumo de combustível e da emissão de CO2”, afirma Walter Sladek, vice-presidente de Desenvolvimento da Mercedes-Benz do Brasil.
Os alunos fizeram um estudo sobre o Axor – extrapesado da Mercedes-Benz – e colocaram em exposição o TCC de duas maneiras: um Board com os principais pontos analisados em destaque, para dar suporte à apresentação; e um Clay – modelos em escala feitos em uma espécie de argila – do protótipo do caminhão desenvolvido por cada aluno.
Na banca avaliadora, o convidado especial foi o Diretor de Design para Veículos Comerciais, Vans e Veículos Especiais da Daimler, Kai Sieber, reconhecido mundialmente no segmento de design pela nova linha de caminhões que atendem à legislação do Euro 6. O executivo foi responsável pela avaliação e escolha dos melhores projetos, cujo autor terá a oportunidade interna na empresa, dentro da área de estilo.
Desde 2005 no Brasil, a escola surgiu na Itália há 47 anos, e já formou mais de 90 mil estudantes em todo o mundo. Oferece cursos em laboratórios criativos e dinâmicos, nas áreas de Design, Moda, Artes Visuais e Comunicação.